sexta-feira, 24 de julho de 2009
PICAnços vai de FÉRIAS...
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Cala-te Pá!


O Portão certo dia ganhou uma camisola verde, a Porta disse: - Toma lá oh Portão, o verde é que é mesmo a tua cor! Sim esse tom que ganhas, esse vermelho ferrugem é bonito e fica-te temporalmente sexy, mas não é definitivamente a tua cor!
O Portão estupefacto: - Obrigada Porta! Nem sei se me sinta lisonjeado ou espantado, estás doente Porta?
A Porta franze o sobrolho: - Nada disso Portão, atrevi-me em oferecer-ta, não espero que sintas nada, aliás tanto me faz o que sentes, quis dar e ponto!
O Portão desconfiado: - Ah está bem, então não sinto nada Porta! Quando a vestir logo lhe sinto o enlace!
Estranho e de cara atónita o Portão pensava, a vida dá muitas voltas e que voltas porra!
- Olha lá oh Portão, não inventes nem faças filmes que mudei, dou a camisola porque nem a Senhora Portinhola a quis, tal como eu achou que não lhe ficava bem e nem eu lhe gosto da malha!
Ao Portão se irisou as barras de ferro oxidadas, meteu a camisola no saco e ouviu…
- Então nem um abraço? ...ou um obrigada Porta!!!
- Ah sim, obrigada mais uma vez Porta, fico grato com tamanha sinceridade, a verdade acima de tudo, é um lema certeiro!
O Portão abriu duas barras e enlaçou a Porta que abria um sorriso profundamente orgulhoso da sua capacidade de oferta. Enquanto isso o Portão cogitava, …hum agora vejo-te com umas calças de ganga minhas, umas que quando as viste pela primeira vez retorquiste, “ que horror Portão! Essas calças são da idade das portas de pedra? Já mais as vestia! Respondi-te que sim, que era mesmo da idade do pedregulho mas que continuavam na moda! Riste! Mas é bem-feita para ti Porta, continuava pensando o Portão, vendo a Porta com elas enfiadas, nunca conhecera Porta mais metida a Portão!
- Para ti Porta, hoje é mau, amanhã é excelente! …um dia é da caça, outro é do caçador e uma mão lava a outra! ...como sabes Porta detesto esses dizeres, logo nem penses que ficas com as minhas calcinhas dos anos 90, porque são minhas! Ficam-me bem! E gosto do toque da ganga!
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Desconexões
Hoje podia dormir até mais tarde, tenho estado de férias mas há sempre algo que

Acordei eu, num pensamento que ainda agora me assombra. Então, mas que tem a vagina a ver com isto? Quase nada! Tem sim a ver a energia daquelas três actrizes enquanto criam aquilo que amam fazer, representar, personificar exprimindo padrões de pessoas, sim pessoas. E a pessoa em questão que me acordou do sono matutino em modelo de pesadelo, foi a de costume, aquela que gosta de perceber tudo e falar de tudo para não viver na sua imaginada angustia de dúvidas, aquela que egoistamente tem medo de perder, medo de ficar sozinha, abandonada, descuidada, sim isso, distanciada na ausência de cuidados personificados, medo de perder alguém que seja atento(a) a ela, que tome conta dela, aquela que quer isso tudo só para si, vivendo na arrogância do venha a mim que sou eu a pessoa, aquela que o egocentrismo é de tal forma monstro que em consciência afirma, “pois é verdade, ando assim que queres!”, anda assim, o que quero? Anda assim, ou foi sempre assim? Aquela que não deixa ficar nem um fio de cabelo em casa de ninguém, quanto mais um cartão multibanco nas mãos de uma alguém! Sim, uma alguém é o que me sinto. Agora nem o cartão dos dinheiros tem valor, e pode ficar para aí, que provavelmente nem precisa dele, há quem gaste com ela… ou… ah já sei! Desconectou! Não, também não é isso, o egoísmo deixa-a sempre com pendentes para eventuais amparos numa qualquer falha de conexão. Para quando alguém falhar nalguma atenção para com ela, quando faltar um pequeno carinho, uma demonstração de lealdade, de afecto, basicamente quando alguém se descuidar por um segundo da figura que é ela!
E assim se vai alimentando a migalhas os pombos, esses ratos com asas, por isso um monólogo tem tudo a ver, porque não sou pomba da paz nem rata de cama e estou farta de me preocupar com quem é ditador dos sentidos, com quem dita a seu belo prazer as suas imediatas necessidades. Quanto a mim, aprendo, faço este pequeno exercício de desmembração para dominar o meu dormir numa manhã qualquer, até à hora que o meu ânimo deixar.

Bálsamo eu
Quem são as más companhias? Também não sei generalizar, existe um provérbio chinês que diz: “As más companhias são como um mercado de peixe; acabamos por nos acostumar ao mau cheiro”. Então sempre podemos conviver com elas, certo? Ainda que o fedor seja intolerável quando são mesmo muito más! E o mau para uns pode ser a beleza para outros… No entanto ando a aprender a viver longe dos maus odores, aliás nunca fui fã de cheiros fortes, tanto os toleráveis como os desagradáveis. Lembro-me de desmaiar em miúda num autocarro ao passar por baixo de um sovaco bem pestilento, tentava a saída furando entre as pessoas que se colavam umas às outras como sardinhas em lata. Igualmente murchei com um xi-coração bem apertado de uma madame que frequentava semanalmente o salão da mãe, era uma cheiro a perfume Paris, creio já passado de data!
Odores aqui, odores ali, o que provoca a dor são mesmo as más companhias. As más, que outrora achávamos boas, logo certamente não pestíferas! que só! Quando só, apercebo-me da diferença! A distância o sossego e a paz ajuda a não confundir aromas e cair em bálsamos. Bálsamos… Alguém diz que escrever é um bálsamo, outros que ler palavras perfumadas é o alívio é o conforto alguma vez perdido, os mais pessimistas, um bálsamo que não consola senão pela ideia de que é um bálsamo!
Bálsamos são substâncias aromáticas transpiradas por muitas plantas, espontaneamente ou por ferimento, e esta explicação agrada-me, os aromas da terra expelem conforto, balsa os sentidos. Bálsamo emana coisa boa, óleos; leites; cremes; perfumes.
Existem muitos tipos de bálsamos curativos para várias dores, dores físicas ou dores emocionais, hidratantes nocturnos que combatem a solidão, emulsões diurnas que digladiam as tristezas crónicas. Eu? Eu prefiro os bálsamos da calma, da tranquilidade, da paz, da fraternidade, os bálsamos da maternidade, os bálsamos do amor, aos cheiros concretos mas tão incógnitos. Eu? Eu quero que me massajes com o teu frasquinho de óleo bálsamo…
quarta-feira, 22 de julho de 2009
No fim do Arco-irís
A verdade, um valor magno mas agravado num sumptuoso melaço que cola à mentira num curtíssimo espaço, o amor, quando é de tamanha intensidade torna-se doentio e rapidamente se gruda ao perigoso ódio. “Quantas vezes te menti para ser fiel à verdade do meu amor por ti. Ou do teu amor por mim, o que vai dar ao mesmo.” Inês Pedrosa
Não foi por deixar esgotar a minha paciência que te abandonei, não, não foi. Foi por acreditar na infinita insatisfação minha, a que todos os dias habita em mim. Não importa o que amamos, importa acreditar nesse amor e eu ainda hoje não lhe conheço as artimanhas mas sim algumas manhas, o que é bem diferente!
As palavras são fragmentos de histórias verdadeiras, outras falsas, tudo serve para ilustrar a obsessão da verdade ou mentira do que chamamos provada paixão. Tenho saudades de ti.

Tenho saudades de ti, mas não me mexo, como me ensinaste, foi de tal forma rigorosa aprendizagem que esculpi em homenagem um lema a seguir, não julgues que foi bom ensinamento, antes pelo contrário, foi sim um cerco, uma bela torre rodeada por um fosso onde moram agora só crocodilos famintos. Hoje passaram quatro anos, lembro-me dos teus receios, dos crus desafios, das tuas imaginárias ambições, dos ansiosos desejos, dos teus projectos de vida feliz, de tudo o que é teu, de tudo o que foste e quem sabe ainda o és.
Eu? Eu continuo aqui, sitiada em maneira de estar, aguardando pelo vento que levará as nuvens cheias de pensamentos teus, princesa crédula de que um dia uma simples brisa leve as sacuda do meu olhar e abra o sol que sou. O sorriso com que tu me conheces, nunca o perdi. E a ti, espero-te sisudo, fechado na introspecção do que são os outros, porque só assim és verdadeiramente tu, o Rei dos silêncios.
Que o sol e a chuva se cruzem num nocturno céu leitoso e amanheça um arco-íris de afectos.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Quase sempre!
Hoje, (como quase sempre!), vivo o dia no mesmo registo de bênção!
domingo, 19 de julho de 2009
O Disparate a Asneira e o Ridículo!

quarta-feira, 15 de julho de 2009
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Hora Coca-cola 2
Senta-te e põe um ar de falsidade boa.”
E foi assim…
Este ano já conto com três assistências em viagem, portanto três “rebocadelas”, fantástico! O primeiro reboque veio porque o raio da chave não entrava na ignição, outrora sucedera o mesmo mas por sorte estava perto de uma oficina e um simples spray resolvera o problema, mas da segunda vez nem um spray emprestado por uma senhora que estava à janela me safou. E lá veio o senhor do reboque com ar patenteado, na pergunta de sempre “O que se passa?”, passa-se que a chave não entra! “Vamos ver isso, dê cá a chave! E voilá, já está, é só um pequeno jeito, ligeira pressão e rodar bem a chave!”, ah tá bem… Ainda lançou mais umas postas de pescada dizendo que é normal acontecer estas coisas, mas que eu deveria pensar numa troca de ignição.
E lá veio o segundo reboque “ O que se passa?”, passa-se que o motor faz barulho de tractor! “Vamos ver isso, dê à chave! Uhmmmm pare já vi que é grave!” ah tá bem… Lá opinou de como era chato acontecer estas coisas, um verdadeiro transtorno e tal e que ele que percebia alguma coisinha de mecânica via que a coisa era feia…
Eis que vem o terceiro rebocador…
A minha cara e a do meu amigo, era de perfeito desconsolo, encostados a um muro onde existia a única sombra do meio-dia, um calor abafador, ambos lixados porque perdíamos uma ida espectacular à praia, um dia de lazer perdido! Enquanto esperávamos pelo reboque, engolíamos com desanimo o manjar trazido para o repasto à beira-mar.
- Fogo, o teu carro só nos lixa! (amigo)
- Pois, que queres que faça, eu já estou habituada e já te disse que alguém me lançou um mau-olhado, a mim ou ao carro. Sei que me posso enfiar numa banheira morna com um punhado de sal, mas não posso fazer o mesmo ao carro! (eu)
Chega o terceiro rebocador… céus, que reboque mais arcaico, parecia saído de um ferro velho, fazia barulho por todos os lados, vertia água ou óleo por todas as fissuras. Encostados estávamos, encostados ficámos, mas ao ver sair do reboque o Divo dos Reboques estarrecemos, o homem era fenomenal, um vero Deus Grego… “O que se passa?”, bem, para ti nem há resposta, passa-se o que tu quiseres e o que achares melhor que se passe! Ambos acostados ao muro sem palavras nem reacção, envolvidos nos mesmos pensamentos tórridos, trocamos um olhar cúmplice, perplexos com tamanha beleza avançamos ao mesmo tempo em justificações de prováveis problemas mecânicos…
Cara de miúdo, olhos azulados e bem expressivos, sorriso luminosamente inocente e sincero, cabelos negros e rebeldes, corpo de Golias e pele bastante morena. Ai as hormonas chamaram por mim e chamaram pelo meu amigo que estava já desconcentrado da realidade;
- Ele tem o pé pequeno! (amigo)
- Olha, e eu digo-te que tem uma neblina na tola! (eu)
Esse homem que vos falo, após elevar o meu carro e a nossa mural, numa voz de gaiato de rua, arrastava no discurso um problema de dicção nos “rs”, em menos de meia hora contou a vidinha toda, ria tolamente e em jeito de tique afastava o boné de pála virada, para coçar constantemente a cabeça… e assim se perde um homem bonito, é certo que é genuíno, foi a nossa hora Coca-Cola vestida a rigor, num macacão cagado de rebocador, ficava-lhe bem as alças sobre os ombros musculados, e a t´shirt de dentro que fora rasgada em jeito de cavas, aprendera a curta-las assim, quem sabe na Bósnia, onde tivera, após seis anos de serviço militar. Queria ingressar na PSP ou GNR mas não conseguiu, segundo ele porque naquele ano abriram as portas aos civis e entraram muitos e o pessoal da “guerra” ficara para trás, não por falta de estudos porque apesar de ter o 6º ano mal terminado, só acabou o 2ºciclo porque “disse às prof´s que não ia estudar mais!” , ia agora fazer um curso aproveitando as novas oportunidades. Mas gostava do trabalho de rebocador, em tempos tinha sido segurança numa discoteca da noite, mas para quem tem namorada não era uma boa profissão e “uma pessoa tem de trabalhar para casar e ter uma casinha, não é?” ...lá parámos na oficina. Por vezes dou-me a pensar como gostava de ter bichanado, assim baixinho ao ouvido - deixe o reboque para um outro dia, tantas coisas por elevar, depois de aprender a usar.
sábado, 11 de julho de 2009
sexta-feira, 10 de julho de 2009
SEREI CÉU!!!
gostAR mais hoje que ontem e menos que AMAnhã
"Ser como o céu… amplo e aberto! Os meus pensamentos e sentimentos serão as nuvens que atravessam o céu… se conseguir entender que eu sou o céu e não as nuvens, então estarei sempre na mais completa paz."
PALAVRAS SOLTAS
terça-feira, 7 de julho de 2009
ZIGUEZAGUES!
Como eu ando em grande!!! Tudo é lindo… e uma tristeza nunca vem desacompanhada e para não me levar à “deprê”, escrevo-TE!
Desde o final de ano que ando com um espelho partido às costas, um escadote sobre a cabeça e um rabo-de-gato preto enrolado aos tornozelos!
Não só as minhas viagens de fim-de-semana têm sido difíceis. Foi difícil o facto de já não te ter comigo, de surgirem opções e teres optado, foi difícil adaptar-me ao sozinho, foi DIFÍCIL!
Difícil é abrir as cartas de contas para pagar, sejam correntes ou extras! E difícil é ter sobre a mão o futuro de alguém por criar!
Não só foi difícil ver o motor do meu carro morrer, mas perceber o estilhaçar do meu coração com este meio ano DIFÍCIL!
Difícil é saber como consigo sorrir, com tanto peso e responsabilidade que nunca pensei vir a ter, eu, uma miúda despreocupada, felizarda.
Difícil é ter perdido há quatro anos o braço forte onde me apoiava, quando me levaram o homem que me ensinou a fazer puzzles e a cantar ao som da sua viola, o homem que há bem pouco tempo eu lhe dava pelos joelhos e olhava-o com a cabeça bem erguida lá para o alto do seu olhar para ver os seus olhos, a sua boca, a sua testa longa e sabe-lo soberano e acha-lo eterno.
Pelas cobras e lagartos que me envolvem o corpo e me prendem os movimentos mais simples da vida eu choro, um choro difícil ao ver-me sem sentido, cair na tristeza do vazio ignorante da mecânica do saber viver. Estou inquieta e sem saber o que fazer, farta que me digam e que falem da minha frieza, da minha distância, da minha ausência, da minha imparcialidade sobre os problemas dos outros. De tolo e loucos todos temos um pouco! O meu quinhão está-me dado … e eu estou DIFÍCIL!

Como eu ando em grande!!! Tudo é lindo… e para não me levar à “deprê”, tenho de escrever.
O motor apunhalou-me pela frente, bem no meio do meu estômago, disse-me adeus e até uma próxima! Recebi o telefonema da oficina, a informar-me do seu estado, ele está mal, está em coma agarrado à máquina, está de coração aberto, à espera da minha resposta …ou pago ou não pago pela sua sobrevivência. Pelas cobras e lagartos que me envolvem choro de raiva, vejo-me agora sem destino, caio na tristeza do meu total desconhecimento das ciências da mecânica, estou alterada e sem saber o que fazer, ele só tem dez anos… e eu estou nas lonas!
Como eu ando em grande!!! Tudo é lindo… para não me levar à “deprê”!
Sexta-feira passada fiz-me à estrada, cinco da tarde e um calor de morrer na A1, deparei-me num pára arranca infernal, sistemáticos acidentes e claro o primeiro dia de férias de muitos, no mínimo uma hora me levou a cessar tal desespero, assim que vi caminho livre, pus pé no acelerador para o vento secar as minhas costinhas que se colavam ao banco. Que maravilha, consegui acreditar que as quatro horas que me esperavam de viagem iam finalmente acontecer suaves, calmas e encantadoras. Nem dez minutos durou tamanha confiança, o motor traiu-me, disse-me adeus e até uma próxima! (com tantos postes à volta do tema “meu veiculo”, já me caia era um novo em cima!) - A lembrar que nem há dois meses o carro foi para a oficina reparar o motor, se bem se lembram – pois bem, pelas cobras e lagartos que me envolvem fui dar ao destino, não na hora prevista mas com mais de 5 horas de atraso! Cheguei e caí do cansaço, não dormi muito com tal camada de nervos que levava, mas como uma grande heroína deleitei-me numa cama gigante, nunca tinha dormido numa cama de reis e rainhas com vista para o mais lindo castelo, só isso valeu tudo! Amo-te Penedono.
sexta-feira, 3 de julho de 2009
O Anónimo e o Pseudónimo


A insólita história de dois amigos…
…no diálogo do anonimato…
- Então conta-me lá Anónimo, porque razão não assinas? …não te identificas?
- Não quero revelar o meu nome! E tu Pseudónimo, porque te escondes por detrás de um nome?
- Estás armado aos cágados Pseudónimo? …Bem te posso chamar de frustrado, estás sempre prevenido, escondido pela insegurança de uma negação! …ou não!
- Se eu vir bem a coisa, tu Anónimo é que vais acabar preterido e esquecido! Apesar de viajares por essa internet fora, um belo terreno fértil para ti, para as tuas insinuações e difamações, vives na intensa expectativa de causar perturbações que podem ser boas e excitantes ou odiosas! Nunca chegarás a meus pés!
- Gajos como tu são uma pura perda de tempo para um Senhor como eu, és sim uma enorme satisfação para quem se julga tal como tu um grande intelectual! Eu sou o alvo da inveja de muitos, …ai Pseudónimo queres é acrescentar uns pontos à tua auto-estima!
- Senhores como tu? Desculpa Anónimo, nem direito tens a ser um Senhor! Porque tu não és nada, como te disse és esquecimento, e quando consegues ser inconveniente, nada difícil para ti, um simples delite acaba contigo!!!
- É certo, mas eu tenho a vantagem de saber que vou causar sempre sensação, boa ou má, nem que seja por um micro-segundo, pois sou eu! O Anónimo da Silva!
- É certo, mas eu não sou uma mudança total ou uma ausência de nome! Sob o aspecto jurídico sou tutelado pela lei, quando tenha adquirido a mesma importância no nome oficial, nas mesmas modalidades que defendem o direito ao nome. Historicamente, muitos autores e escritores usaram pseudónimos porque sempre criticaram lideranças políticas em tempos difíceis, como ditaduras militares. Era uma forma de publicar as obras sem ser preso, torturado ou até morto!
- Olha, no fundo e apesar dos teus desapontamentos, gosto de ti, e ficas a saber que o meu Pseudónimo é “Anónimo”!
- Sim, compreendo-te, porque é no anonimato que criei o Pseudónimo!
VAMOS VOTAR NOS GAJOS!
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Banksy: Pseudo-Anonymous Artist


quarta-feira, 1 de julho de 2009
Suspiros doces – cap.3

-Esperava pelo dia em que tu me dissesses porque acabamos… Já vi que não vou ter sorte!
-Pois é, nem eu sei… Na altura não percebi o porquê do teu afastamento… mas adoro saber que continuas a ser uma miúda muito especial para mim e as coisas foram o que foram... não têm que ter explicações, nem nessa ou nesta altura. Mas…será que tínhamos sorte desta vez?
-Bom…! É para puxar a lágrima?
-Não precisas! Deste lado está um gajo com um sorriso de orelha a orelha… estas coisas boas da vida, já não se devem pôr em causa. Aconteceram como aconteceram... fomos felizes... somos felizes neste momento... sorri, pois ficas linda nesse sorriso!
-Pela nossa amizade negarei tudo o que te estou a dizer!
-Vou dizer-te uma coisa, negarei igualmente e em qualquer situação... mas adoro em ti essa tua loucura, essa irreverência e imprevisibilidade…
-Tem juízo!
-…a chama ardente…
-Sabes, eu só quero construir o meu castelo de areia, que teima em cair nas primeiras gotas de água… mas para isso tenho de encontra o pleno.
-Também eu! Estou sempre em busca da felicidade plena!
-Eu sim, sei que sou assim, que ando numa constante busca, mas não sabia que tu eras?
-Eu também sou... infelizmente ou felizmente… ando sempre a querer aproveitar tudo, nunca tenho sossego interior, ando sempre à procura de algo que não sei se alguma vez a encontrarei.
-Sinto, tal como tu…
-Boa! já podemo-nos apoiar um ao outro, alguém que nos compreenda!
-Mas essa é a verdadeira verdade do meu desassossego, não nos compreendem!
-Penso que já descobri...
-Foi?
-Sim, só por causa desta conversa, achei a nossa resposta!
-Conta!
-Acabámos porque ambos andávamos à procura de um rumo, nem um, nem outro, conseguiu indicar o caminho.
-Então, nessa altura já éramos iguais, só não sabíamos as incertezas de hoje! Bolas, em 10 anos nada mudou!!!